A dança como atividade física, traz inúmeros benefícios
como o desenvolvimento motor do individuo, como um trabalho de interatividade
já que é realizada em grupo e melhorando o condicionamento físico daquele que
prática.
Não há diferença da pratica de dança para pessoas
acometidas á Doença de Parkinson(DP), já que trabalha o desenvolvimento motor
do paciente, melhora a postura, a marcha do individuo, havendo assim uma
melhora no equilíbrio para que os sintomas da doença não se disseminem pelo
corpo. Aliado a todos esses benefícios temos o progresso das funções cognitivas
pela necessidade de memorizar os passos.
A perda da funcionalidade é uma consequência comum em
indivíduos com DP, além da baixa manutenção da mobilidade. Desde a pré-história
a dança tem sido uma das formas que as pessoas têm utilizado para enfrentar os
efeitos do estresse e de doenças, principalmente neurológicas. Esta é uma
modalidade lúdica e terapêutica que possibilita ao indivíduo o autoconhecimento
e o restabelecimento físico.
O tango argentino, por exemplo, pode ser útil na
melhoria da funcionalidade e mobilidade funcional em pacientes com DP. Esse
tipo de dança exige passos específicos que envolvem ritmicamente andar para
frente e para trás. Isto pode ser benéfico para dificuldades ao caminhar e
evitar quedas. Além disso, o tango requer memória de trabalho, controle da
atenção e multitarefas para incorporar elementos de dança recém-aprendidos e se
manter no ritmo da música. Segundo o neurologista Luis Eduardo Berlini, “todo
portador do mal sofre de rigidez muscular. A dança, ao mexer os quatro membros e
exigir movimentos repetidos, deixa o corpo mais relaxado e garante
maior mobilidade”.
De acordo com o neurologista da Life
Clínica, Luis Eduardo Belini, “Fazer aulas de dança traz até quatro benefícios
para os pacientes com Parkinson. O principal é a melhora dos movimentos. Todo
portador do mal sofre de rigidez muscular. A dança, ao mexer os quatro membros
e exigir movimentos repetidos, deixa o corpo mais relaxado e garante maior
mobilidade”. Então sabe-se que a dança tem
influencia na mobilidade, no equilíbrio, influência no cognitivo dos paciente fazendo
a associação de passos melhore seu desempenho. Basicamente a dança tem um efeito
tão importante no tratamento da DP que pouco é utilizado.
Referências:
Dança como tratamento da Doença
de Parkinson.Disponível em :
http://odia.ig.com.br/noticia/mundoeciencia/2015-04-28/danca-e-novo-tratamento-para-o-mal-de-parkinson.html
http://m.oglobo.globo.com/sociedade/saude/cientista-mostra-que-danca-melhora-capacidade-cognitiva-de-portadores-do-mal-de-parkinson-2706735
VIDAL, Samuel Estevam. Efeitos da
dança sobre a manutenção da estabilidade dinâmica e qualidade de vida de
indivíduos com doença de Parkinson. Brasília, 2014.
PEREIRA, Patrícia Portela
A arte da reabilitação através da
dança na assistência de pacientes com doenças neurológicas. São Paulo, 2010.
Dançar tango beneficia os
pacientes com Parkinson. Disponível em:
<http://www.emedix.com.br/not/not2015/15abr13neu-ctm-tdb-parkinson.php >.
Acesso em dezembro de 2015.

O benefício da dança traz melhorias em pacientes com Mal de Parkinson. Os movimentos são capazes de combater os efeitos mentais degenerativos que a doença causa como o desequilíbrio, rigidez muscular, falta de mobilidade corporal, é a perda de coordenação motora. A dança vem sendo um dos melhores tratamentos para amenizar os sintomas da doença, pois de forma terapêutica, os benefícios incluem uma melhora na autoestima um melhor funcionamento cardiorrespiratório, alivia o estresse e desenvolve a agilidade de raciocínio, além de desinibir pessoas tímidas.
ResponderExcluirA coordenação motora é melhorada com o exercício de equilíbrio através da coreografia. Os ritmos musicais trabalham a agilidade, combatem o estresse, estimulam a concentração e relaxam a musculatura. Outra vantagem de dançar é manter a ansiedade controlada, já que alguns tipos de movimento acalmam e tranquilizam.
Os pré-requisitos para a dança para pacientes com Parkinson são apenas vontade e capacidade de se movimentar. Falta de ginga, pouca coordenação e timidez são superadas aos poucos, com erros e acertos.
Como o corpo produz mais hormônios com o exercício, a sensação de “juventude” restaura o ânimo dos idosos. Além disso, estar em contato com outras pessoas faz com que os sintomas de depressão se tornem bastantes raros, pois a socialização combate esse problema.
O Mal de Parkinson provoca problemas motores e leva os pacientes a desenvolver até mesmo quadros de depressão. Mais do que remédios e sessões de fisioterapia, dançar pode ser uma solução divertida e eficaz no combate à doença neurológica, aponta estudo da Universidade McGill, do Canadá. Os pesquisadores identificaram relativa melhora no equilíbrio dos pacientes, assim como no desenvolvimento de funções cognitivas devido à necessidade de memorização dos passos. Também foi observado um maior engajamento dos participantes dos testes em seguir o tratamento da doença. De acordo com o neurologista da Life Clínica, Luis Eduardo Belini, fazer aulas de dança traz até quatro benefícios para os pacientes com Parkinson. O principal é a melhora dos movimentos. “Todo portador do mal sofre de rigidez muscular. A dança, ao mexer os quatro membros e exigir movimentos repetidos, deixa o corpo mais relaxado e garante maior mobilidade”, explica. A dança aumenta a autoestima e isso tem grandes benefícios como diminuição do stress e motivação para o tratamento conseguinte.
ResponderExcluirComentário fewito pelo grupo: Barreiras da Atividade Fisica
A junção de ritmo e dos passos da dança exigem do indivíduo atenção, memorização e a repetição dos mesmos apresentados. Com sua prática frequente os pacientes portadores de DP melhoram suas valências motoras e cognitivas, ativando também uma cascata de ações hormonais, estimulando por exemplo a endorfina, serotonina, dopamina e ocitocina que estão relacionados ao bem-estar e prazer. Podendo combater o progresso e início da doença, e melhora no condicionamento físico tornando-os mais independentes, pois têm mais disposição para as atividades diárias, melhor coordenação motora e noção espacial. O tônus muscular mais eficaz é um dos principais resultados para todas esses resultados pois os portadores de DP sentem-se mais "firmes" e confiantes.
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