domingo, 13 de dezembro de 2015

A DANÇA E A DOENÇA DE PARKINSON : BENEFÍCIOS


 
A dança como atividade física, traz inúmeros benefícios como o desenvolvimento motor do individuo, como um trabalho de interatividade já que é realizada em grupo e melhorando o condicionamento físico daquele que prática.
Não há diferença da pratica de dança para pessoas acometidas á Doença de Parkinson(DP), já que trabalha o desenvolvimento motor do paciente, melhora a postura, a marcha do individuo, havendo assim uma melhora no equilíbrio para que os sintomas da doença não se disseminem pelo corpo. Aliado a todos esses benefícios temos o progresso das funções cognitivas pela necessidade de memorizar os passos.
A perda da funcionalidade é uma consequência comum em indivíduos com DP, além da baixa manutenção da mobilidade. Desde a pré-história a dança tem sido uma das formas que as pessoas têm utilizado para enfrentar os efeitos do estresse e de doenças, principalmente neurológicas. Esta é uma modalidade lúdica e terapêutica que possibilita ao indivíduo o autoconhecimento e o restabelecimento físico.
O tango argentino, por exemplo, pode ser útil na melhoria da funcionalidade e mobilidade funcional em pacientes com DP. Esse tipo de dança exige passos específicos que envolvem ritmicamente andar para frente e para trás. Isto pode ser benéfico para dificuldades ao caminhar e evitar quedas. Além disso, o tango requer memória de trabalho, controle da atenção e multitarefas para incorporar elementos de dança recém-aprendidos e se manter no ritmo da música. Segundo o neurologista Luis Eduardo Berlini, “todo portador do mal sofre de rigidez muscular. A dança, ao mexer os quatro membros e exigir movimentos repetidos, deixa o corpo mais relaxado e garante maior mobilidade”.
De acordo com o neurologista da Life Clínica, Luis Eduardo Belini, “Fazer aulas de dança traz até quatro benefícios para os pacientes com Parkinson. O principal é a melhora dos movimentos. Todo portador do mal sofre de rigidez muscular. A dança, ao mexer os quatro membros e exigir movimentos repetidos, deixa o corpo mais relaxado e garante maior mobilidade”. Então sabe-se que a dança tem influencia na mobilidade, no equilíbrio, influência no cognitivo dos paciente fazendo a associação de passos melhore seu desempenho. Basicamente a dança tem um efeito tão importante no tratamento da DP que pouco é utilizado.
Referências:
Dança como tratamento da Doença de Parkinson.Disponível em :
http://odia.ig.com.br/noticia/mundoeciencia/2015-04-28/danca-e-novo-tratamento-para-o-mal-de-parkinson.html
http://m.oglobo.globo.com/sociedade/saude/cientista-mostra-que-danca-melhora-capacidade-cognitiva-de-portadores-do-mal-de-parkinson-2706735
VIDAL, Samuel Estevam. Efeitos da dança sobre a manutenção da estabilidade dinâmica e qualidade de vida de indivíduos com doença de Parkinson. Brasília, 2014.
PEREIRA, Patrícia Portela
A arte da reabilitação através da dança na assistência de pacientes com doenças neurológicas. São Paulo, 2010.
Dançar tango beneficia os pacientes com Parkinson. Disponível em: <http://www.emedix.com.br/not/not2015/15abr13neu-ctm-tdb-parkinson.php >. Acesso em dezembro de 2015.


3 comentários:

  1. O benefício da dança traz melhorias em pacientes com Mal de Parkinson. Os movimentos são capazes de combater os efeitos mentais degenerativos que a doença causa como o desequilíbrio, rigidez muscular, falta de mobilidade corporal, é a perda de coordenação motora. A dança vem sendo um dos melhores tratamentos para amenizar os sintomas da doença, pois de forma terapêutica, os benefícios incluem uma melhora na autoestima um melhor funcionamento cardiorrespiratório, alivia o estresse e desenvolve a agilidade de raciocínio, além de desinibir pessoas tímidas.
    A coordenação motora é melhorada com o exercício de equilíbrio através da coreografia. Os ritmos musicais trabalham a agilidade, combatem o estresse, estimulam a concentração e relaxam a musculatura. Outra vantagem de dançar é manter a ansiedade controlada, já que alguns tipos de movimento acalmam e tranquilizam.
    Os pré-requisitos para a dança para pacientes com Parkinson são apenas vontade e capacidade de se movimentar. Falta de ginga, pouca coordenação e timidez são superadas aos poucos, com erros e acertos.
    Como o corpo produz mais hormônios com o exercício, a sensação de “juventude” restaura o ânimo dos idosos. Além disso, estar em contato com outras pessoas faz com que os sintomas de depressão se tornem bastantes raros, pois a socialização combate esse problema.

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  2. O Mal de Parkinson provoca problemas motores e leva os pacientes a desenvolver até mesmo quadros de depressão. Mais do que remédios e sessões de fisioterapia, dançar pode ser uma solução divertida e eficaz no combate à doença neurológica, aponta estudo da Universidade McGill, do Canadá. Os pesquisadores identificaram relativa melhora no equilíbrio dos pacientes, assim como no desenvolvimento de funções cognitivas devido à necessidade de memorização dos passos. Também foi observado um maior engajamento dos participantes dos testes em seguir o tratamento da doença. De acordo com o neurologista da Life Clínica, Luis Eduardo Belini, fazer aulas de dança traz até quatro benefícios para os pacientes com Parkinson. O principal é a melhora dos movimentos. “Todo portador do mal sofre de rigidez muscular. A dança, ao mexer os quatro membros e exigir movimentos repetidos, deixa o corpo mais relaxado e garante maior mobilidade”, explica. A dança aumenta a autoestima e isso tem grandes benefícios como diminuição do stress e motivação para o tratamento conseguinte.
    Comentário fewito pelo grupo: Barreiras da Atividade Fisica

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  3. A junção de ritmo e dos passos da dança exigem do indivíduo atenção, memorização e a repetição dos mesmos apresentados. Com sua prática frequente os pacientes portadores de DP melhoram suas valências motoras e cognitivas, ativando também uma cascata de ações hormonais, estimulando por exemplo a endorfina, serotonina, dopamina e ocitocina que estão relacionados ao bem-estar e prazer. Podendo combater o progresso e início da doença, e melhora no condicionamento físico tornando-os mais independentes, pois têm mais disposição para as atividades diárias, melhor coordenação motora e noção espacial. O tônus muscular mais eficaz é um dos principais resultados para todas esses resultados pois os portadores de DP sentem-se mais "firmes" e confiantes.

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