O pilates foi criado por Joseph Pilates (1880-1967),
que tem como objetivo alongar e fortalecer os músculos tem como instrumento exercícios
de baixa intensidade e com poucas repetições que proporcionam resultados
eficazes, assim este não provoca risco de lesões nas articulações e nos
músculos.
O método pilates baseia-se em princípios da cultura
oriental - como ioga, artes marciais e meditação, sobretudo relacionados às
noções de concentração, respiração, equilíbrio, percepção, controle corporal e
relaxamento - e da cultura ocidental, destacando a força e o tônus muscular
(PIRES; SÁ, 2005; COMUNELLO, 2011). Segundo Almeida e Ferraz (2009), o pilates
é uma técnica que procura reeducar o movimento, tendo como vantagens estimular
a circulação, aumentar a flexibilidade, alinhar a postura do individuo
melhorando com tudo isso o condicionamento físico do paciente. Assim portadores
da Doença de Parkinson(DP) preservam com
essa técnica a atividade muscular e a flexibilidade das articulações,
resguardando-se da atrofia muscular, para que os gestos motores tornem-se menos
rígidos.
As melhoras do pilates na vida de um portador de DP
são evidentes no dia-a-dia e notas muito cedo como o andar, a força, equilíbrio
e a musculatura antes rígida torna- se mais alongada. Embora nenhum estudo
cientifico foi feito sobre o Pilates atuando no tratamento da DP, os pacientes relatam
que os efeitos degenerativos da doença são reduzidos.
Veja abaixo alguns movimentos feitos no Pilates para
os portadores da Doença de Parkinson:
Referências:
http://fisioterapiamanual.com.br/blog/areas-da-fisioterapia/pilates-3/
http://revistapilates.com.br/2010/12/29/como-o-pilates-pode-ajudar-no-tratamento-do-mal-de-parkinson/
SOUZA, Kárrie Taylen Leandro de;
MEJIA, Dayana Priscila Maia. Os benefícios do método pilates em pacientes com
síndrome de parkinson
. Disponível em:
<www.portalbiocursos.com.br>. Artigo acesso em: novembro de 2015.








