A Doença de Parkinson (DP) é uma degeneração
do sistema nervoso central (SNC), sendo uma doença crônica e progressiva.
Causada pela diminuição de dopamina que é um neurotransmissor (substancia que
ajuda a transmitir mensagens entre células nervosas). A dopamina é responsável
pela realização de movimentos voluntários do corpo de forma automática, ou
seja, graças a essa substância não precisamos estar pensando em cada
movimentação que nossos músculos realizam. Sua falta, de forma particular em
uma região encefálica denominada substancia negra, causa perda do controle
motor, ocasionando assim sinais e sintomas característicos. Também denominado
Mal de Parkinson foi descrito em 1817, pelo médico inglês James Parkinson,
sendo caracterizado como um distúrbio neurológico. (Jack H. David Costil,
2000).
Após vários estudos notou-se que a
progressão da Doença de Parkinson (DP) deteriora a condição física,
caracterizada pela pobreza de movimentos com diminuição de sua amplitude, perda
de força, resistência muscular e equilíbrio, diminuindo assim a capacidade
funcional do indivíduo. Sendo dessa maneira que o paciente com essa patologia
deixa de executar suas atividades diárias com isso iniciará atrofia dos
músculos de acordo com a lei do Desuso. Com o envelhecimento, todos os
indivíduos saudáveis apresentam morte progressiva das células nervosas que
produzem dopamina. Algumas pessoas, entretanto, perdem essas células num ritmo
muito acelerado e, assim, acabam por manifestar os sintomas da doença. A
Doença de Parkinson acomete indivíduos idosos de ambos os sexos, podendo
começar a se manifestar entre os 40-50 anos. Geralmente o início do quadro
clínico se manifesta entre pessoas com faixa etária de 50 a 70 anos de idade.
Contudo, podem-se encontrar pacientes com início da doença mais precoce, antes
dos 40 anos e, até mesmo, abaixo dos 21 anos de idade. Além disso, a doença de
Parkinson não distingue raça, classe social ou até mesmo sexo (TEIVE; MENEZES,
2003).
O motivo que leva uma pessoa a desenvolver
tal doença ainda é desconhecido, mas cientistas acreditam que isso ocorra por causa do estresse oxidativo,
que segundo Teive e Menezes (2003) acontece por meio de um mal funcionamento
mitocondrial, o qual libera espécies reativas de oxigênio desencadeando assim
processos inflamatórios decorrentes de reações bioquímicos.
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Referências:
https://periodicos.set.edu.br/index.php/cadernobiologicas/article/view/290/284 > Consultado em 28 de outubro de 2015
http://teste.luzimarteixeira.com.br/wp-content/uploads/2011/03/ex-resistido-no-parkinson.pdf > Consultado em 29 de outubro de 2015
http://www.revistaneurociencias.com.br/edicoes/2011/RN1904/revisao%2019%2004/570%20revisao.pdf > Consultado em 27 de outubro de 2015
http://maldeparkinson.blogspot.com.br/2015/02/cerebro-em-repouso-oferece-pistas-para.html> Consultado em 29 de outubro de 2015
EFDeportes.com, Revista Digital. 2011. Atividade
física e Doença de Parkinson. Disnponível em < http://www.efdeportes.com/efd156/atividade-fisica-e-doenca-de-parkinson.htm
>. Consultado em 30 de outubro de 2015.
